DIÁRIO DE PEELING, POR VI MOTTIN

Oi gurias, eu sou a Vi Mottin e no post de hoje vou contar para vocês como foi a minha experiência com peeling químico nesse inverno!

 

Antes de tudo, é importante destacar que o peeling químico não pode ser feito em casa e é necessário que haja uma avaliação e acompanhamento profissional para determinar se o peeling é adequado para a sua pele e qual ácido deve ser utilizado. Alguns cuidados são muito importantes, como evitar exposição ao sol e usar muito protetor solar durante o processo! Resumindo bem, o peeling tem como principal função estimular a renovação celular na pele e, com isso, melhorar a textura, tratar hiperpigmentações e amenizar rugas e cicatrizes.

 

Vamos começar analisando o meu “antes” para ver o que o peeling poderia fazer por mim. Todas as fotos foram tiradas no mesmo local, com a mesma luz e com a mesma roupa para facilitar a comparação. Além disso, nenhuma foto foi editada.

 

Antes do peeling

 

Na foto do antes, podemos observar alguns aspectos da pele que podem melhorar e foram sinalizados para facilitar a nossa análise. Primeiramente, o círculo marca a área com comedões (cravinhos) no nariz. Apesar de pequenos (e quase invisíveis nas fotos), meus comedões são de difícil remoção e, por isso, o peeling poderia ajudar nesse caso. Ainda no nariz, havia uma pequena área de hiperpigmentação, provavelmente resultante de acne. No buço, observa-se uma área levemente escurecida. Vale destacar que parte do escurecimento pode ser a própria sombra do nariz, mas, mesmo assim, podemos observar uma leve diferença na coloração. Por fim, no queixo havia uma marca recente que resultou em uma manchinha temporária. É importante falar que essa manchinha provavelmente teria saído mesmo sem o peeling, pois era recente e muito superficial.

 

Pronto! Sabemos o que havia de errado na minha pele, agora vamos ao processo. Como comentei com vocês nas redes sociais quando combinamos esse diário, por motivos de segurança não informarei as concentrações do que foi utilizado. A ideia é não incentivar ninguém a reproduzir o peeling sem acompanhamento profissional.

 

Antes do peeling, apliquei um sérum noturno contendo ácido mandélico, ácido kójico e ácido fítico por duas semanas. A ideia desse produto é funcionar como um pré-peeling e preparar a pele para o peeling. Durante esse processo, a pele já começa a ficar seca e já ocorre uma leve descamação. Como podemos ver na foto abaixo, com uma semana de pré-peeling a minha pele já estava visivelmente seca e começando a descamar. Os comedões do nariz já haviam diminuído bastante.

 

1 semana de pré-peeling

 

Após duas semanas de aplicação noturna do pré-peeling, foi feito um intervalo para a pele se recuperar antes do peeling. Para isso, nenhum ácido foi aplicado na minha pele durante 3 dias e, durante esse intervalo, apliquei somente o hidratante noturno Sono de Beleza. Na foto, podemos observar que durante o intervalo sem aplicação de ácidos a pele se recuperou visivelmente. Além disso, começamos a perceber um leve clareamento das áreas hiperpigmentadas (nariz, buço e manchinha no queixo).

 

Intervalo entre pré-peeling e peeling

 

Após o intervalo, chegou a hora da sessão de peeling, realizada com ácido mandélico. A foto abaixo foi tirada imediatamente após a remoção do ácido da pele. Nessa foto, podemos observar apenas uma leve vermelhidão em algumas regiões do rosto, mas a pele ainda não passou pela descamação e, portanto, os resultados finais ainda não podem ser analisados.

 

Pós-peeling imediato

 

E, então, chegamos ao resultado final. Como vocês podem ver na foto, todos os pontos que foram marcados no começo apresentaram melhora. Os comedões diminuíram e as áreas de leve hiperpigmentação foram amenizadas. A manchinha do queixo não existe mais, mas, como comentei anteriormente, por se tratar de uma mancha recente e superficial, ela teria saído naturalmente ao longo do tempo.

 

Resultado 1 semana após o peeling

 

E, para facilitar a comparação, vejam a primeira e a última foto juntas:

 

Antes e depois do peeling

 

Para finalizar, vale destacar alguns pontos importantes:

– Ao longo do período eu não me expus ao sol e usei diariamente protetor solar fator 70 com cor.

– Durante o pré-peeling, minha pele ficou muito seca e, em alguns dias, começou a coçar um pouco. Apesar do pré-peeling ser formulado com ácidos em uma concentração mais baixa, ele pode causar uma leve ardência devido à sensibilidade da pele ao longo do processo. Contudo, a pele não deve arder muito durante a aplicação do produto e, se acontecer, é importante conversar com o profissional.

– É recomendado que o peeling seja realizado durante o inverno e quando não se tem viagens ou eventos sociais marcados.

– Como algumas pessoas apontaram, minha pele não possuía, mesmo antes do peeling, muitas questões para tratar. O peeling pode auxiliar em casos mais severos de hiperpigmentação e acne também, por isso é importante a avaliação e o acompanhamento de um profissional. Além disso, muitos cuidados com a pele também podem ter a função de prevenir o surgimento de outros problemas, como o agravamento das hiperpigmentações.

 

E essa foi a minha experiência com o peeling químico nesse inverno. Eu espero que tenham gostado e se vocês tiverem alguma dúvida podem deixar um comentário aqui ou entrar em contato através do Facebook ou Instagram!

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Botica Beauté

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