ALTERNATIVAS PARA OS TESTES EM ANIMAIS EM COSMÉTICOS

Recentemente, um artigo científico intitulado “Alternative test models for skin aging research” foi publicado na revista Experimental Dermatology e hoje nós vamos falar um pouco sobre ele. Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.

 

Um pouco de história

Em 1959, Russel e Burch descreveram os princípios da pesquisa humana experimental que ficaram conhecidos como os 3Rs: Refinamento (uso de métodos sofisticados para evitar estresse e dor aos animais), Redução (o uso de métodos para obter níveis comparáveis de informações utilizando menos animais) e Substituição (do inglês, Replacement, consistindo na seleção de experimentos alternativos sem animais quando possível.

 

Dois tipos de proibições na Europa

Na Europa, existem dois tipos de proibições, proibição de testes de produtos ou ingredientes cosméticos em animais e proibição de marketing de produtos ou ingredientes cosméticos que foram testados em animais. Nos Estados Unidos, apesar de os testes em animais não serem proibidos, os 3Rs foram implementados em 1997.

 

Quais os benefícios da substituição dos animais em testes?

A substituição é a melhor forma de evitar o sofrimento dos animais, contudo, a substituição dos testes um a um ainda é impraticável. Por isso, a combinação de 2 ou 3 métodos in vivo pode ser necessária. A substituição dos animais em testes de cosméticos é interessante tanto do ponto de vista do sofrimento animal, quanto do ponto de vista de custo, tempo e qualidade de dados. Além disso, a arquitetura da pele dos animais e sua resposta imunológica são muito diferentes dos humanos e sua expectativa de vida mais curta, o que torna os sintomas do envelhecimento da pele difíceis de observar em animais.

 

Tipos de abordagem

Alternativas para a substituição dos animais em cosméticos incluem abordagens bioquímicas, culturas de células bi e tridimensionais e estudos com voluntários humanos. Além disso, existem estudos sobre alternativas baseadas em genoma e modelos de simulação computacional.

 

O futuro

Para o futuro, combinações de métodos e estudos extensivos para a compreensão do processo biológico complexo que leva ao envelhecimento cutâneo deverão ser realizados. É importante compreender tanto os mecanismos envolvidos no envelhecimento da pele e nos testes utilizados, quanto suas limitações.

 

Sobre o Brasil

Apesar de existirem projetos de lei contra a realização de testes em animais, a legislação brasileira ainda permite a comercialização de cosméticos que foram testados em animais e a realização dos testes em indústrias do país. São Paulo foi o estado pioneiro a abolir a crueldade animal na indústria cosmética em 2014 e outros estados, como Mato Grosso do Sul, Amazonas, Paraná e Pará também criaram leis para acabar com os testes em cosméticos.

 

embaixadora da botica beaute com sono de beleza nas Maos

 

A Botica Beauté

A Botica Beauté nunca testou, não testa e nunca testará em animais. Para garantir a segurança de nossos produtos, utilizamos voluntários humanos em testes dermatológicos. Você utiliza nossos produtos com segurança, sem que nenhum a animal tenha sofrido para que isso seja possível <3

 

 

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